No próximo dia 25/05, sexta-feira, o Betty estará em Mogi das Cruzes, onde tocaremos pela primeira vez!! Mais detalhes em breve aqui no site! Nosso super muito obrigado à Bianca Torelli pelo "empresariamento"!!! rss
Sexta-feira, véspera de feriado, noite de chuva... e também dia de Betty!! Lá fomos nós tocar no novo Astronete, agora na rua Augusta, de volta com todo seu charme!!
Muitos amigos compareceram e muita gente a fim curtir. É bom saber que ainda existem pessoas que querem ouvir e ver bandas com trabalho próprio! Além das músicas do disco, o Betty tocou Strutter do Kiss, Heroes, do Bowie e Under My Wheels, do Alice Cooper. Até o Cláudio Medusa subiu no palco para dar uma canja inusitada, o que foi bem legal!!
Ponto para galera rocker que esteve presente e agitou muito, debaixo dos decibéis que o Betty fazia. Já tem um tempinho que a gente não fazia um show com tanta energia do público. Valeu!!
E que venham mais, porque essa noite foi de trovoadas e relâmpagos dentro e fora do Astronete!!
1. Baby Dynamite
2. JJ
3. Uma Garota Legal
4. Strutter (Kiss, debutando no set!)
5. Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué
6. Bonece Inflável
7. Lo Lo Lorival
8. Heroes (Bowie, debutando o set!!)
9. Gokula Rosa Shoking
10.Under My Wheels (Alice Cooper)
11. Carolina, O que te Atrai?
12. Babellina
Confira as fotos do show em nosso perfil no Facebook
O Astronete voltou!!!! E é com muito prazer que voltaremos também a tocar lá, na sexta-feira, 20/04! Mais detalhes em breve aqui no site! Nosso grande abraço e obrigado ao Cláudio Medusa!! É o Betty e Medusa Chacrete no Astronete!!!! Até lá!!
Nosso disco está sendo divulgado no blog do selo independente Muquito Records! Ele está lá para download gratuito, assim como aqui no nosso site. Nosso muito obrigado ao Alex pelo apoio!!
Confira no link: http://meninomuquito.blogspot.com.br/2012/03/betty-57-ilegal-imoral-e-engorda-2011.html!
Muito obrigado a todos que comparecem ao show e em especial a todos na banda Enigma, além é claro, do nosso grande Roviralta!
1. Baby Dynamite
2. JJ
3. Shake Baby Shake
4. Uma Garota Legal
5. Taca a Mãe
6. Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué
7. Lo Lo Lorival
8. Papai me Empresta o Carro (Rita Lee cover)
9. Gokula Rosa Shoking

Confira todas as fotos do show em nosso perfil no Facebook!
Nesta sexta feira, 30/mar, estaremos tocando pela primeira vez em Mairinque/SP. O show será no Teatro CEMEC, por volta das 21h e será GRATUITO!! Estaremos juntos da banda Enigma, do nosso grande amigo Rodrigo Roviralta, a quem continuamos devendo mundos e fundos pelo convite!! Mais detalhes no link "shows" aqui do site! Até lá!!
Nosso muito obrigado a toda equipe organizadora do Festival, em especial ao Ricardo Brancs!! Fomos muito bem recebidos e o show foi um tremendo dum coice de porco... rápido, certeiro e pra ficar na memória!!! Recado dado com 4 músicas... será?! rs
1. Lo Lo Lorivla
2. Uma Garota Legal
3. Papai me Empresta o Carro (Rita Lee cover)
4. Carolina, O que te Atrai?
Confira em breve as fotos do show em nossos perfis no Facebook e Orkut!
Neste sábado, 24/mar, estaremos tocando na Granja Viana/SP, no festival "Tem uma Banda na Granja". O festival será no Teatro ASSA e rolará a partir das 13h. Iremos tocar pela 0h30!! Desde já, agracedemos à equipe da produção do Festival pela organização e por terem escolhido o Betty entre mais de 180 bandas inscritas!! Mais detalhes e informações no link "shows" e também no site oficial do festival: www.temumabanda.com.br . Até lá!!!
A dona Betty botará seu charme na estrada nesse mês de março! Dia 24/mar tocaremos na Granja Viana, no festival "Tem uma Banda na Granja", no teatro ASSA. Já na sexta, 30/mar, estaremos em Maririnque, no teatro CEMEC, ao lado da banda Enigma, do nosso querido amigo Rodrigo Roviralta (a quem devemos mundos e fundos pelo convite!). Mais detalhes em breve aqui no site!!
Essa foi a terceira Betty eleita para os flyers! Um pouco mais recatada e elegante que a escolha do Samuca!!

Essa foi nossa segunda eleita! Escolhida a "dedo" por mim!! rss
Muita gente nos pergunta de onde vieram as Bettys da capa do nosso disco. Boa pergunta! Elas vieram de uma coleção de postais do início do século que o pai do Jones possui. Ao batermos o olho nelas, sabíamos no mesmo momento que tínhamos achado nossa capa! Foi bem divertido escolhermos as favoritas e elegê-las à "garota da capa". Algumas se destacaram e decidimos lançá-las como flyers promocionais para o lançamento do disco. Foram 3 modelos, cada um de nós escolheu sua favorita... essa é a minha!
Olá pessoal!! Os últimos ensaios do Betty têm sido bem produtivos! Estamos preparando novidades no repertório, com músicas novas e alguns covers em versões devidamente "bettyzadas"!! AC/DC, Sweet, David Bowie... preparem os processos!!rs Esperamos voltar em breve aos palcos e nos vermos por aí!!

1. JJ
2. Suzie Suicide
3. Boneca Inflável
4. Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué
5. Papai me Empresta o Carro (Rita Lee cover)
6. Everybody Popcorn (aka Fogo do Amor)
7. Uma Garota Legal
8. Under My Wheels (Alice Cooper cover)
9. Gokula Rosa Shoking
10. Lo Lo Lorival
11. Carolina, O que te Atrai?
Confira todas as fotos do show em nossos perfis no Facebook e Orkut!
1. Elvis
2. shake Baby Shake
3. Uma Garota Legal
4. Suzy Suicide
5. Under My Wheels (Alice Cooper cover, tocada pela 1ª vez!!)
6. Lo Lo Lorival
7. Papai me Empresta o Carro (Rita Lee cover)
8. Gokula Rosa Shoking
9. JJ
10. Boneca Inflável
11. C'mon and Love me (Kiss cover)
12. Carolina, O que te Atrai?
Confira as fotos do show em nossos perfis no Facebook e Orkut (os links estão ali em cima no site, na direita )
Confira a quarta e última parte do Making Of do nosso disco!! Acesse a parte de "vídeos" aqui no nosso site ou vá até nossa página no Youtube - www.youtube.com/betty57oficial (ou mais fácil... só clique no link aí ao lado direito!!!)
E chegamos finalmente à última música do disco...
Paulo: Essa música é a saidera dos nossos shows e sempre foi um grande barato, com refrão fácil e as pessoas invadindo o palco. Uma festa, sem dúvida. Toda banda tem que ter um dessas canções rock'n roll que causam euforia, essa é a nossa!
Jones: Um caso a parte, a ser estudado! Não sei explicar o que acontece com essa música, mas há algo especial nela, definitivamente. Não me recordo quando começou o lance do povo subir no palco para cantar junto, mas é algo que vem desde o início da banda. É sempre muito legal ver todo mundo subindo e fazendo uma baita zona, mas isso mata os donos das casas de susto! Nas gravações, as crianças acertaram em cheio!! É a nossa versão de Another Brick in the Wall com School's Out!!!
Samuel: Essa foi só diversão!! A gravação com as meninas, a menção aos nossos amigos ao final da música,tudo acabou em festa... e olha que não é final, apenas o começo de muita coisa que ainda esta por vir! Vocês vão ter que nos aturar - e por um bom tempo!!!!!!
Felipe Godoy (produtor): Aaaah... e chegamos ao "hino" do disco! A Rock And Roll All Nite do Betty57! A música que a banda terá a obrigação de tocar mesmo que ainda esteja na ativa daqui a 50 anos. Um resumo perfeito de tudo o que seus integrantes e as pessoas que comparecem a seus shows esperam que o Betty seja - e no que todas as partes envolvidas acreditam, também - festa, deboche, positividade, alegria, diversão, bizarrices... tudo junto e misturado! Algumas bandas representam polegares para baixo, o Betty representa esses mesmos polegares firmemente apontados para cima. A inclusão das crianças só realça ainda mais essa idéia... Foi uma festa gravar tudo isso e a vida deve sempre seguir pelo mesmo caminho. Como diria o finado Kevin DuBrow, "o Rock 'n' Roll é para aqueles que nunca irão realmente crescer". Sejam bem-vindos ao universo do Betty57!!
Saiu uma nova resenha do nosso disco, dessa vez na edição nº 13 da revista Hype Tattoo Brazil Magazine!! A revista é muito bacana, misturando comportamento, cultura, estilo, gastronomia, motocicletas, tattoos e rock 'n roll!! E a gente no meio disso tudo!!! Tivemos ainda a "honra de estar lado a lado" de Accept, Buddy Guy e Iron Maiden!!rss E ainda conseguimos nota 4 de 5!! Nada mal para um debut, hã?! Nossos agradecimentos ao Fabiano Menon e ao Adriano Baptista. Confira abaixo a resenha na íntegra:
Betty57 - Ilegal, Imoral e Engorda: Com uma mescla de estilos que vai de Rolling Stones a Ramones, o Betty57 vem com um ótimo trabalho que merece ser ouvido atentamente. Tudo com muito bom gosto e na medida, como em Capitão Copacabana e Os Reis do Qué Qué Qué. Pra pirar o cabeção."
Mais detalhes sobre a próxima música... Só Bebe Álcool
Paulo: As coisas parecem não ter freio, a decadência, o estilo punk de se viver aliado ao visual... não deixa de ser uma soma perigosa.
Jones: Queria uma linha de baixo bem selvagem e maluca para a "Baby Álcool" e imaginei o que Dennis Dunaway faria depois de um bom porre!! Quando ensaiamos essa música pela primeira vez com o Samuca, tivemos certeza que ele daria certo na banda. Em um típico surto de ansiedade, ele parou de tocar no meio da música dizendo: "eu também quero cantar esses backings vocals que vocês roubaram do Sweet!!"
Samuel: Uma mistureba de Sweet, Ramones e Nowhere Man, dos Beatles... A eles, muito obrigado e, por favor, não nos processem!!! rs
Felipe Godoy (produtor): Sempre ria muito quando lia o nome dessa música nos set lists antigos como "Sou Baby Álcool". What the fuck is that? De qualquer maneira, essa é outra composição que amadureceu muito com o passar do tempo e o entrosamento crescente entre os membros da banda. Adoro os backings escrachados a la Sweet.
Mais uma música pra lista... Garotas no Espelho
Paulo: Outro retrato das pessoas que vivem só para o "hoje" (ou gostam de pensar que vivem assim). Muito sexto, drogas e destruição, essa é a temática da música.
Jones: Adoro o lado "crú" dessa música e a maneira como o couro come no decorrer dela, o bicho pega ao vivo!! Quebra-quebra no banheiro, sangue no espelho, Rita Cadillac... onde será que estava a cabeça do Paulo nessa hora??
Samuel: Outra música que remete à vida noturna das "ruas augustas" da vida.
Felipe Godoy (produtor): Talvez o "ápice lírico" do disco. Às vezes me pergunto se as diversas pessoas fictícias ou reais citadas ao longo das letras do Betty se sentem lisonjeadas ou agredidas! De qualquer forma, a "sutileza" de frases como "comi a Rita Cadillac e você!" são parte importante do universo que permeia o discurso da banda e a dota de personalidade. O Betty57 tem identidade e sonoridade próprias, e são esses pequenos detalhes tão típicos que os separa de uma infinidade de outras bandas. Jamais subestime a capacidade que esses caras possuem de se alimentarem de todas as influências possíveis e soar como só eles podem no final...
Voltando às histórias de cada música... Shake Baby Shaby
Paulo: No início, o Betty era praticamente uma banda de pós-punk. Daí eu comprei a trilha sonora do filme "La Bamba"e, sem exagero, tudo mudou! Essa música é prova disso e o grande barato dela é ver todo mundo dançando quando a tocamos nos shows.
Jones: Rock'n rolla, be bop a lulla!! Outra vez a simplicidade fala mais alto e acerta em cheio. Á primeira vista, inocente e ingênua, mas cheia de "inuendos", funciona sempre muito bem ao vivo. Obrigado a Gene Simmons pela inspiração na linha de baixo totalmente Let Me Go Rock n' Roll!
Samuel: Mais uma que remete aos anos 50 - e mais uma vez, ele de novo, Pedro Pelotas dando um banho nos pianos!!
Felipe Godoy (produtor): Aqui o clima de festa continua em alta, sempre prestando merecido tributo às raízes de tudo isso que nos habituamos a amar e chamar de Rock 'n' Roll. Os pianos funcionam muito bem e ilustram ainda mais a idéia básica da música - fazer as pessoas dançarem! Um amálgama de tudo o que faz o Betty57 e seus membros serem o que são.
Mais uma música sendo dissecada... com vocês, Elvis!!
Paulo: Você, se for um verdadeiro fan de Elvis Presley, irá perceber o porquê da música ter esse nome. Repare no instrumental e esqueça a letra... sacou?!
Jones: Puro bubble gum, nossa veia mais pop, definitivamente! Felipe deu uma ótima idéia com o tal das palhetadas "down strokes" a la Ramones, que acabou dando uma pegada mais rocker para a música. Quanto ao nome... todos nós somos fans inverterados de Elvis, especialmente a fase gordona Las Vegas dos anos 70. Dito isso, é fácil descobrir o porquê da música ser batizada assim!
Samuel: Elvis sim, afinal, ele é o Rei! O cara que influenciou a gente, John Lennon e mais uma porrada de gente boa. Nosso homenagem para o melhor quadril do rock!!!!
Felipe Godoy (produtor): Uma das músicas que mais ganharam força ao longo do tempo. Quando incluída junto às outras do repertório nos velhos tempos, Elvis passava desapercebida e tinha aquele ar de "filler" - termo mais chique, em inglês, para "música feita para encher lingüiça". Quando chegou a hora de gravá-la, no entanto, a força que emanava do estúdio e da performance da banda me surpreendeu muito, e de maneira positiva. Agora tenho Elvis como uma das minha favoritas do disco... Embora todo o charme dos backing vocals que rolam ao vivo (emulando o Rei do Rock em pessoa) tenha ficado de fora da gravação por questões "burrocráticas"!
Com um certo atraso (eee Sr. Paulo...) estamos publicando aqui uma resenha do nosso disco que saiu no jornal Microfonia, de João Pessoa/PB do mês de maio. Um grande agradecimento e abraço para nossa querida amiga Olga Costa!! confira o Jornal Microfonia no Facebook: facebook.com/jornalmicrofonia
Betty57-Ilegal, Imoral e Engorda (SP): começo dizendo que o cd de estréia da banda Betty57 é de uma música só. Dito isso, quero deixar claro que, ser de apenas uma música só não é para soar aqui de forma pejorativa, de jeito nenhum! Paulo Betty (guitarra voz), Jones (baixo) e Samuel Frade (bateria) conseguem fazer isso sem o tornar enjoativo, esse é o grande mérito do trio. As músicas que compõem o primeiro trabalho são rock and roll em seu estado bruto: muda-se a métrica, mas a base tá lá! Certa feita perguntaram ao Chuck Berry se ele não se sentia prisioneiro de Johnny B. Goode e ele respondeu rindo: "se essa música é uma prisão, por favor me arranjem outras!" Betty57 curte pra valer o que faz e se diverte fazendo o que mais gosta: rock and roll. Aumente o volume, pegue umas cervejas e afaste as cadeiras: Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué, Shake Baby Shake e Gokula Rosa Shocking - inspirada numa figura real da noite paulistana - são só o começo da festa!
Voltando à história de cada música... a pedida hoje é Betty Bomba!!
Paulo: Fiz para uma amiga minha, que não se chamava Betty! As vezes, você pode pagar um preço caro por querer passar dos limites..."sexo, drogas e adrenalina, nunca é demais!!"
Jones: E tome cacetada! "Mete Bomba", como é carinhosamente chamada por nós. É incrível como essa música pode ficar pesada ao vivo! É uma das linhas de baixo que mais gosto. Quando ouvi a música pela primeira vez, tentei imaginar o que o Lemmy faria... e acho que saiu totalmente diferente!! Adoro também a letra, simples, degradante e objetiva ao extremo! Ao final, nossa singela homenagem ao Camisa de Vênus.
Samuel:Essa é sem frescura!! Rock na orelha!!!!!!
Felipe Godoy (produtor):Talvez a composição que melhor represente o lado mais radical do Betty. Uma das grandes favoritas do batera original da banda, Robssey, Betty Bomba passou por poucas modifcações desde sua concepção. Um verdadeiro "fóssil musical" que traz para o CD um pouco do clima e da sonoridade que a banda possuía quando iniciou suas atividades.
Confira abaixo a resenha do nosso disco no blg "Combe do Iommi". O disco também está disponível para download no blog!! http://combe-do-iommi.blogspot.com/2011/06/betty57-ilegal-imoral-e-engorda-2011.html
O trio paulistano Betty57 foi formado em 2003 e hoje é constituído pelo vocalista e guitarrista Paulo Betty, pelo baixista Jones e pelo baterista Samuel Frade. Não há motivos para me ater aos detalhes "além música" neste texto porque os integrantes foram recentemente entrevistados pelo blog Van do Halen (confira a entrevista abaixo), mas vale lembrar que o lendário Marcelo Nova (Camisa de Vênus) aprovou o som, afirmando que os caras fazem "o rock que eu, você e todo mundo gosta".
Finalmente, após oito anos de estrada, o primeiro álbum de estúdio dos rapazes foi lançado. "Ilegal, Imoral e Engorda" impressiona logo de cara com a capa e o encarte, originais e bem-feitos a ponto de enganar desavisados que irão pensar que a banda é famosa (risos). Mas a surpresa, obviamente, fica por conta do som. O trio apresenta um despretensioso porém digníssimo Rock N' Roll de festa, entrelaçado em influências que vão do trabalho inicial de Beatles e Rolling Stones ao Protopunk e Punk Rock sustentado por nomes como Stooges e Ramones.
Essa salada mista foi aproveitada para gerar um som divertido e que, em vários aspectos, é única - desde os vocais espontâneos e quase desafinados de Paulo até as excelentes linhas de baixo de Jones, que roubam a cena em vários momentos. Valem menções honrosas para as letras descontraídas, para a bateria precisa de Samuel, para os bons backing vocals e para os ocasionais "teclados de cabaré" do saudoso Pedro Pelotas (Cachorro Grande), presentes nas faixas Gokula Rosa Shocking, Uma Garota Legal e Shake Baby Shake.
"Ilegal, Imoral e Engorda" não é um disco para ser analisado, mas para ser simplesmente curtido. Basta a recomendação no encarte, em caixa alta e negrito: "para ser ouvido no volume máximo!". Entre os destaques do play, estão a faixa de abertura Baby Dinamite, a meio punk JJ - em referência à Joan Jett -, e a grudenta Shake Baby Shake.
Confira nossa entrevista no Van do Halen, blog indispensável para quem curte rock'n roll, hard rock, heavy metal e afins!!
http://vansucks.blogspot.com/search/label/Betty57
Com uma proposta despretensiosa, ambiciosa e até mesmo irreverente, o trio paulista Betty57 traz ao público um Rock direto, básico e perfeito pra curtir uma noite de diversão. Apenas a palavra "Rock" pode definir de verdade o som dos caras. Confira abaixo a entrevista que conduzimos com os três integrantes.
Van do Halen: Primeiramente, gostaria que vocês apresentassem a banda.
Paulo Betty (vocal e guitarra): Ladies and gentleman, Betty57!
Jones (baixo): O Betty57 já tem uns bons anos na bagagem, apesar do primeiro disco ter saído agora em 2011. A banda nasceu em 2003 em São Paulo, mas muito antes disso, em 97, eu tocava em uma banda de Hard Rock e o Paulo fez alguns ensaios como vocalista, mas acabou não dando certo. Mantivemos o contato e em 2003 ele me chamou para tocar nessa nova banda que ele havia montado com o Robssey (nosso primeiro batera e co-fundador da banda). Essa formação durou até o final de 2008 e, nesse período, fizemos muitos shows, rodamos praticamente todo o circuito underground, das casas mais legais aos inferninhos mais podres que você possa imaginar.
Samuel Frade (bateria): Eu entrei na banda no início de 2009, mas vivia trombado com os caras do Betty em várias ocasiões. Inclusive, eu conheci o Paulo e o Jones pouco antes do Betty surgir, em um show que nossas bandas na época tocaram juntas. Minha banda tocou um cover de Is it My Body, do Alice Cooper, e no final do show eles vieram falar comigo. Daí pensei “esses caras são esquisitos, mas ao menos têm bom gosto”! (risos)
Van do Halen: O som do Betty57 é um Rock direto e, dependendo do referencial, simplório. Mas que é bem feito, traz letras inteligentes e melodias coerentes com a proposta do conjunto. Quais as influências musicais da banda?
Paulo: Glam & Rock’n Rolla.
Samuel: Para citar apenas alguns, de T-Rex, Beatles, AC/DC, Kiss, Stooges, Sweet, Slade até a fase rock’n roll do Robertão e, por aí vai.
Jones: Nosso som realmente não tem segredo algum... e nem queremos que tenha!! Não fazemos laboratório musical, é o rock que eu, você e todo mundo gosta – ao menos foi isso o que o Marcelo Nova, do Camisa de Vênus, disse depois de ouvir o disco – foi o maior elogio que poderíamos receber!!
Van do Halen: O Betty57 lançou, neste ano e de forma independente, seu primeiro álbum full-length, intitulado “Ilegal, Imoral e Engorda”. Como foi o processo de composição, gravação e lançamento?
Paulo: Full-length?? Estamos mais para full leiros!!
Jones: Dizem que o primeiro disco de uma banda é sempre o mais fácil, porque existe um monte de músicas já compostas há um bom tempo e foi exatamente isso o que aconteceu com a gente. Mas o que nos impulsionou mesmo foi o fato do nosso amigo Felipe Godoy, que na época estava se formando em produção musical, precisar fazer uma gravação profissional de algumas músicas, como trabalho de conclusão de curso. Aí ele acabou nos escolhendo. Isso nos animou bastante para gravar um disco inteiro e, como retribuição natural, o escolhemos para ser o produtor.
Samuel: As gravações foram num clima bem relax porque além de estarmos a vontade com as músicas e o produtor, o estúdio ainda ficava dentro de uma casa no interior de SP, em Jundiaí. Uma coisa bem legal foi poder contar com a participação do Pedro Pelotas, tecladista do Cachorro Grande. Nós o convidamos e ele topou de boa, acabou gravando 3 músicas com a gente.
Van do Halen: Antes de lançar “Ilegal, Imoral e Engorda”, vocês já haviam lançado demos ou EPs? Se sim, qual foi a recepção do público? Se não, como foi “enfiar a cara” em um álbum full-length logo de cara – houve algum tipo de resistência ao formato?
Paulo: Já gravamos demos no passado mais para marcar shows e darmos aos amigos. Quanto à resistência ao formato, não tivemos não. A gente enfia a cara, a jeba, enfia tudo (não em todos).
Jones: Gravamos algumas demos, todas em caráter amador. A reação foi bem legal na época, pois o objetivo era conseguir shows, e isso conseguimos bastante! Quando ao disco para valer, a única coisa que fizemos questão era quanto à duração e quantidade de músicas... tínhamos que ser certeiros, direto ao ponto. Ninguém se preza a ouvir por inteiro o disco de uma banda desconhecida, com 1 hora de duração, 16 faixas e por aí vai... nem nossos pais!!
Samuel: Apesar do álbum ser full-length, ele tem a mesma duração do "Raw Power" dos Stooges!
Van do Halen: Como está a banda atualmente? Há planos para o futuro? Qual deles está mais próximo de se concretizar?
Paulo: Atualmente estamos correndo agendando shows... shows onde aceitarem a gente! Planos para o futuro? Ir no programa do Ronnie Von, usando aquela calça do David Lee Roth (é, vocês sabem qual) e tocar uma versão paulera de Cavaleiro de Aruanda com ele!!
Samuel: Tocar, tocar, ensaiar, gravar, tocar, tocar e por aí vai!
Jones: Divulgar nosso disco em todos os cantos possíveis e imagináveis para tocarmos em todos os cantos possíveis e imagináveis!!
Van do Halen: Apesar de produzirem o próprio som, acredito que vocês também sejam plateia e estejam atentos às bandas de Rock que aparecem. O que vocês acham sobre a cena musical na região em que vocês residem e no Brasil como um todo?
Paulo: Tá foda!! E isso vocês podem interpretar como quiserem...
Samuel: A cena como um todo tá uma porcaria, porque boa parte das bandas não pensa em se ajudar e fazer algo junto, que seja mais forte, a maioria só enxerga seu próprio umbigo.
Jones: É, a coisa não anda muito legal mesmo. Aqui em SP, são poucas as casas que apóiam bandas com som próprio e, para piorar, umas legais acabaram fechando recentemente. Outras casas acabam criando certas “panelas” que nada contribuem para incentivar a cena. Mas apesar disso, existe muita banda legal por aí, como os Terríveis, Pink Dolls, Intifai e Johnny Brechó.
Van do Halen: Como é a relação do Betty57 com a Internet? Vocês acreditam que seja uma ferramenta poderosa para os músicos independentes ou vocês preferem o "modo antigo"?
Samuel: Com certeza a internet é a melhor ferramenta de divulgação, indispensável hoje.
Paulo: A única ferramenta poderosa mesmo é o martelo do meu pai. Fico em casa brincando de Manowar, com uma sunga e o martelo na cintura. Hail and kill!!
Jones: A gente gosta de verdade de Manowar!! Mas voltando à pergunta, nosso disco está inteirinho disponível para download no nosso site, totalmente de graça. Não adianta dar uma de Lars Ulrich e Gene Simmons e querer remar contra a maré... quanto mais livre a música for, melhor. E nada melhor que a internet pra isso. Disco hoje não é mais ganha pão para banda, é um mero cartão de visita! Quando criança, eu cansei de pegar vinil emprestado e gravar em fita K7... hoje é a mesma coisa, só que baixam na internet e botam no celular. Não tem como escapar, temos nosso kit “tudo aquilo que uma banda precisa ter”, site oficial, facebook, orkut, myspace, youtube, fotolog, chatolog...
Van do Halen: Obrigado pela entrevista. Que mensagem vocês gostariam de deixar para os leitores e fãs?
Jones: Só temos a agradecer por todo o apoio e receptividade que temos recebido. E claro, temos que parabenizar vocês pelo site, esse tipo de iniciativa é justamente o que fortalece a cena das bandas independentes.
Samuel: Valeu a todos pela força! Quem quiser conhecer mais sobre a banda, ouça nosso disco no site, lá tem todas as músicas, além de vídeos, fotos e links para todos os outros sites. Não deixem de conferir, todas as novidades e próximos shows estão lá! www.betty57.com
Paulo: Obrigado e voltem sempre!!
E a música dessa semana é... Uma Garota Legal!!
Paulo: A letra é quase como se fosse a segunda parte da Baby Dynamite... peguei todos os clichês de um estilo de vida rocker e coloquei nessa música.
Jones: Essa música foi completamente transformada pelo Samuca! E, em praticamente todas elas, tive que refazer quase todas as linhas de baixo para casar com as novas batidas. Confesso que nunca imaginei como poderia caber um teclado no refrão (e fiquei com um pé bem atrás até o Pedro Pelotas chegar lá e arregaçar!) Essa foi sem dúvida a música mais difícil de mixar e masterizar... ALTOS paus entre o Samuca e o Felipe!! Paulo e eu lavamos as mãos, pegamos um violão e fomos tocar longe, deixando os outros dois se "divertindo" por horas e horas de discussões intermináveis...
Samuel:Essa é a faixa que mais me deixa orgulhoso! A primeira versão dela tinha uma batida muito diferente, similar às outras, algo meio próximo as batidas do Cramps. Não que Cramps seja ruim, muito pelo contrário, é maravilhoso! Mas resolvi puxar o "freio de mão" e fiz meus dois amigos "comerem na minha mão"!! Desacelerei a música e coloquei uma influenciazinha de AC/DC que o Betty até então não tinha. A música acabou ficando com um tremendo "punch", com muito mais groove e peso, que é justamente o que me interessa!
Felipe Godoy (produtor):A faixa mais "Samuelesca" do disco! Essa música possuía um arranjo bem diferente antes da entrada do Samuel na banda. Foi ele quem sugeriu uma mudança geral de andamento e trouxe uma cara mais "groove" para ela. Gostei muito da idéia, porque destacou "Uma Garota Legal" das outras músicas da banda, dando a ela características muito pessoais. No entanto, o Samuca também gosta de coisas extremamente "hippongas" dos anos 70 e aí teve a idéia de adicionar os tecladinhos "pipo-pipo-pipo-pipo" que escutamos na versão final. É nessas horas que um produtor deixa de fazer o que acha mais legal para permitir que a opinião da banda fale mais alto. Encontrar um meio-termo para a mixagem dessa faixa foi algo TENSO! Os caras acharam o resultado interessante... Eu? Continuo escutando minha versão "rough mix" sem teclados! A inclusão deles nas outras faixas, no entanto, ficou absolutamente sensacional. Dá-lhe Pedro Pelotas!
Voltamos nós com a história de mais uma música... JJ!!
Paulo: Essa música eu fiz imaginando o que faria se fosse a Joan Jett... em sentido figurado, que fique bem claro! A letra é sobre mais um dos muitos rapazes que não conseguem dar um rumo na vida.
Jones: Outra favorita minha, JJ é infalível ao vivo! O segredo é a simplicidade e, muitas vezes, isso é o mais difícil de se alcançar. Ah, e eu adorei a idéia dos sinos no refrão!!
Samuel:Joan Jett e as Runaways foram uma boa influência para banda, então por que não fazer uma singela homenagem????
Felipe Godoy (produtor): Sempre adorei essa música! Embora as iniciais do título façam referência à Joan Jett, sempre encarei essa faixa como uma das mais "ramônicas" do catálogo do Betty57. Gosto muito da letra e da força bruta que emana dos instrumentos. A execução dela é muito "física", fazendo com que o resultado final seja pesado ao extremo sem deixar de soar contagiante. É como se ligássemos uma gravação "bubble gum" nos 220V! Fica entre minhas favoritas no CD, sem dúvida alguma.
Na edição de abril/11 da revista Comando Rock (www.comandorock.net), nosso disco foi o destaque da seção de lançamentos de bandas independentes!! Confira abaixo a resenha na íntegra:
Betty57 - Ilegal, Imoral e Engorda: Encarte de capa original, nome diferente e música de qualidade. Assim é classificado o som da banda independente da capital paulista, Betty57.
Os três integrantes, que estão juntos desde 2009 (a banda começou em 2003, com outro line-up) mostram no álbum, com um título bem pertinente também, 12 faixas contendo canções divertidas, suaves e muito bem instrumentadas. "Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué", por exemplo, é praticamente uma história cantada, cheia de piadas e intertextualidades com fatos e notícias populares.
Quanto ao som dos instrumentos, temos de destacar os integrantes pela qualidade técnica mostrada nas canções. Bateria forte que acompanha os também fortes riffs de guitarra harmonizando com a voz.
Na fica técnica do primeiro trabalho do conjunto temos a indicação "PARA SER OUVIDO NO VOLUME MÁXIMO". Siga o conselho e aproveite o som do Betty57!
Nesta semana, saiu a primeira resenha oficial do nosso disco! E não poderia ter sido melhor!! O blog realiza um trabalho muito legal de apoio às bandas de rock e metal. São projetos como esse que mantém a cena quente como ela deveria sempre ser!! Confira abaixo a resenha na íntegra e o site do blog
Dava para começar essa resenha de varias formas, mas tenho que ser honesto e dizer antes de qualquer coisa que andei meio decepcionado e assustado com o que vinha sendo feito nos últimos anos debaixo da palavra Rock.
Uma geração inteira se perdeu seguindo uma tendência horrível chamada EMO, com centenas de bandas ridículas tocando em matinês , cantando letras infantis e sem nenhuma rebeldia...eu sempre me perguntei...cadê o Rock ?
Ninguém mais falava de putaria, ficar bem loco e andar pela madrugada...e quando eu achei ,que meu futuro ia ser ouvir bandas antigas para poder me suprir da musica que desse a trilha sonora de um estilo de vida Rocker...acabei me deparando com um bocado de bandas novas e com a maravilhosa sujeira necessária para o Rock n Roll.
Uma dessas bandas é o Betty 57, que me chegou através de uma indicação de um amigo.
A banda nasceu em SP e vou te dizer...são uma ótima mistura de Ramones, Jovem Guarda, Rock n Roll feito de forma verdadeira e letras sacanas, falando de putaria, doidera, álcool, trepadas em banheiros de bares e andanças pela madrugada...ou seja...tudo que faz uma pessoa realmente feliz!!!
As musicas são puro Rock n Roll empolgante, que te faz sair “pogando” pela sala.
O segredo no som dos caras é o instrumental muito bem feito , onde se destaca o trabalho do baixo que é foda, imprescindível em um Power trio, somado aos vocais bacanas de Paulo, que tem o vocal construído em cima do estilo de Joey Ramone, bem ao estilo Bubble Gum.
Os destaques do disco que traz o titulo Ilegal, Imoral e Engorda (alusão total ao “Rei” Roberto que um dia já foi Rocker) são “LoLo Lorival” que conta a história de um doidão que enraba uma crente (fantástico!!), “Shake Baby Shake “ (com a frase...segura bem forte agora...vai crescer) precisa explicar?
A melhor do álbum fica com “Betty Bomba” (que me pegou em cheio, talvez porque eu tenha a mente acelerada e ela é a mais rápida e suja do CD).
O CD traz também a participação do tecladista da banda Cachorro Grande, nos pianos bem colocados em algumas musicas.
Como eles mesmo se definem: “Um bando de rapazes indóceis a procura de Rock'n Roll, rebeldia e toda confirmação dos clichês do Rock!” ...e o CD traz bem este espírito!!!
Se vc esta a procura de diversão pura..acesse o site dos caras e baixe o CD na integra, e torça para que possamos vê-los ao vivo em breve...!!!
http://invasoresdaaldeia.blogspot.com/
Olá pessoal!! Quem aí quer ouvir mais algumas histórias?!?! Com vocês: Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué!!
Paulo: Um amigo nosso que já marcou vários shows para o Betty se encontrou outro dia comigo e, papo vai, papo vem, começou a falar da sua irmã, que havia brigado na noite anterior e quebrado uma garrafa na cabeça de um cara. Como se não fosse bastante, depois passou, sem rodeios, a falar do seu casamento com um traveco. A gente lá conversando sobre suas desaventuras e eu observando as pessoas passando na Praça Roosevelt, os teatros, as loucuras dessa conversa e aí pensei... isso dá uma boa letra!
Jones: Essa foi a primeira música composta com o Samuca. Ela surgiu pouco antes de começarmos a gravar o disco e, no meu caso, só pensei mesmo na linha de baixo na hora da gravação. Até o final das gravações não tínhamos o nome certo para ela, então, inspirados na história que baseou a música, botamos o apelido carinhoso de Travecão. Depois de muitas discussões e risadas, imaginamos como seria um travecão resultante do cruzamento de Ziggy Stardust & Spiders from Mars com os Reis do Ié Ié Ié... assim nasceu o Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué!!
Samuel: Letra inspirada num fato verídico... só não me perguntem quem é essa pessoa!! Mas deixemos a fofoca de lado e falemos sobre o que realmente interessa. Quando entrei no Betty, uma coisa que me "grilava" é que boa parte das músicas tinha um andamento muito parecido e confesso que Capitão Copacabana foi uma das que “quebrei esse parâmetro".
Felipe Godoy (produtor): Outra das músicas mais "chicletescas" do disco. Esse é o tipo de coisa que você acaba cantarolando ingenuamente - para só depois prestar atenção em alguns dos absurdos contidos na letra! Destilando ironia e carregada por uma melodia contagiante, essa composição - ao contrário das demais - foi gerada durante o processo de gravação do álbum, nos 45 minutos do segundo tempo! No entanto, a idéia pareceu boa demais para ser desperdiçada. O arranjo e tantos outros detalhes a respeito dessa música foram sendo decididos ao mesmo tempo em que capitávamos tudo para a posteridade, dotando o resultado final de uma espontâneidade bem legal. O "working title" dessa faixa era "Travecão" (embora continue a ser chamada desta forma extra-oficialmente pela banda), mas optamos por algo que captasse melhor a idéia central do tema. Como "Capitão Copacabana e os Reis do Qué Qué Qué" soou absurdo o bastante e nos fez rolar de rir, o título ficou.
Vamos lá, seguindo com mais uma música... a bola da vez é: GOKULA ROSA SHOCKING!!
Paulo: A Gokula também existe. Uma linda modelo, com um pé no rock'n roll, acho que vocês podem vê-la próximo às ruas augusta e oscar freire, vez ou outra. Ela apareceu em um dos nossos shows e todos ficamos encantados com ela, pela beleza e simpatia. A letra mistura o desejo com as noites de show.
Jones: Minha música favorita do Betty! Para mim, ela define toda a proposta da banda em exatos 2 min e 22 segs! Ao vivo, é infalível e inflamável, bota fogo em tudo que estiver ao redor! E é mais uma inspirada em fatos verídicos!! Os pianos ficaram matadores! Adoro a linha do baixo, bem básica nas estrofes e bem maluca nos solos (inspirado em Champagne Supernova do Oasis... acreditem se quiser!)
Samuel: O bom e básico rock & roll que gostamos, sem firulas...direto!!!!E, logicamente, o destaque da música é Pedro Pelotas - tecladista do Cachorro Grande - que nos presentiou com belíssimos teclados inspirados na "rainha" do rock Little Richard!
Felipe Godoy (produtor): É aqui que o lado mais festeiro do Betty57 começa a dar as caras. Entrando de cabeça no clima bubble gum que é parte integral de sua essência, Gokula Rosa Shocking é daquelas músicas que tem potencial o bastante para atingir diversos tipos de público. Servindo quase como uma metáfora para o conceito da própria banda, essa faixa é para quem primeiro dança, canta e se diverte - para só depois perguntar o que é!
Nosso disco pode ser achado em mais uma loja: Locomotiva Discos! Galeria Nova Barão - rua Barão de Itapetininga, 37, loja 51, Centro, São Paulo/SP, (11) 9915-1231
Vamos lá, seguindo com a próxima música... com vocês: LO LO LORIVAL!!
Paulo: Sim, ele existe de verdade! Boa parte da música e toda a letra foi feita em seu estúdio. Basicamente, é quase uma ofensa à moral dos religiosos. A letra já diz tudo, o relacionamento do Lorival (um roqueiro old school) com uma religiosa fanática... ou seja, um prato cheio para nós! Em outras palavras, uma metralhadora giratória!!
Jones: A versão do Betty para Romeu & Julita... uma epopéia sobre um romance proibido entre pessoas de mundos diferentes, inspirada em fatos realmente verídicos (guardada as devidas proporções)!! Lorival é um grande amigo da banda, uma pessoa extremamente inteligente e estudiosa dos mistérios transcendentais do universo! A letra foi composta automaticamente, após mais uma de suas incríveis histórias. Quando Paulo nos trouxe a primeira versão da letra, o refrão era um inofensivo "rock, rock, rock'n roll baby" mas, em menos de 2 minutos com o Betty, virou "lorival enrrabou a crente"... O curisoso é que algumas pessoas parecem entender algo completamente diferente, já ouvimos desde "lorival, hey, alô, atende" a "lorival quer água quente"!!!
Samuel: Gostaria que cada um que estivesse lendo isso tivesse a oportunidade de conhecer o "muso inspirador", um cara que, acima de todo o humor que a musica transmite, é homem muito inteligente (ao contrário do ignorante que o entrevistou na tv!!). Acho que coloquei uns belos surdos nessa canção.
Felipe Godoy (produtor): No dia em que houver um Greatest Hits do Betty57, essa música fatalmente fará parte do track list. Uma das minhas faixas favoritas, é impossível deixar de esboçar alguma reação ao longo da execução de Lo Lo Lorival - nem que essa reação seja de horror e desgosto! Até porque não há nada pior do que ficar em cima do muro, certo? Esperançosamente, no entanto, o ouvinte que se deixar envolver pela música vai sair cantarolando sua melodia em questão de segundos. Além da letra - que aperta forte o botão do "foda-se" e mostra-se irreverente sem medo de ser feliz, Lo Lo Lorival nos ganha por sua estrutura muito bem bolada. A melodia me fisgou desde a primeira vez que ouvi essa música ser tocada ao vivo, exatamente por se desenvolver de maneira tão inesperada e em ritmo sempre crescente. It's only rock 'n' roll... But I like it!
É muito comum o pessoal nos perguntar de onde tiramos inspiração para as histórias de cada música... existe mesmo um Lorival? Uma Carolina? Uma Elaine legal? E o mais bacana é que, na maioria das casos, eles de fato existem! Tudo que falamos nas letras, são retratos do que vemos, do que vivemos, das pessoas que estavam ao nosso redor e um pouco dos delírios genialmente indecentes da vida no rock'n roll!
O que iremos contar agora, é a visão de cada um de nós, e do produtor do disco, sobre cada uma das doze músicas do álbum! Vamos lá, com vocês: BABY DYNAMITE!!
Paulo: Qualquer garota estilosa, com atitude rocker poderia ser a Baby Dynamite! E o namorado dela seria (ou é) qualquer garoto que leva a vida no limite, não ligando para o amanhã. Hoje, penso que pessoas assim deveriam fazer um bom seguro de vida!!
Jones: Nossa música para abrir show, também chamada carinhosamente de “Bebe e dá na mãe”!rs Gosto bastante de como a música cresce e ganha força depois do “solo de automóvel”. Lembro que uma vez após um show, uma garota veio falar com a gente dizendo que tinha adorado a música porque ela tinha mesmo uma amiga chamada Vanessa, que era fan de Kiss!!
Samuel: Boa abertura para um primeiro álbum. Boas guitarras de introdução somados a uma cozinha que ficou bem pesada e energética.
Felipe Godoy (produtor): Toda música que dá início a um álbum tem uma finalidade muito específica. A idéia é que a primeira faixa seja um resumo da proposta da banda e do disco, transmitindo ao ouvinte uma sensação de proximidade com o conceito que o acompanhará ao longo do desenrolar da bolacha (dizer obra seria formal demais!).É exatamente essa função que Baby Dynamite tenta e consegue cumprir. Todo o universo que permeia a estética do Betty57 aparece ali, escancarado, para que ninguém tenha dúvida a respeito do que Ilegal, Imoral e Engorda reserva para quem se aventura a desvendar o disco. A força, o timbre, a dinâmica, o discurso, o peso, a atitude, a pegada, a adrenalina e tudo de característico que é possível ouvir em cada música do disco é despertado ali, imediatamente. E a jornada está apenas começando!
Olá pessoal!! Nosso disco está disponível para download aqui no site!! O disco inteiro, as 12 faixas!! Confira no link ao lado para baixar as 12 músicas de uma vez ou, se preferir, no menu "Músicas" cada música está disponível separadamente. Os arquivos estão todos zipados, assim vocês podem baixá-los sem problemas, seja lá como for a conexão de vocês!! E, como recado... ouçam no volume máximo!!!
Nosso disco pode ser achado em mais uma loja: Relics Discos! Galeria do Rock, 2ºandar, loja 310, Centro, São Paulo/SP, (11) 3869-3014, relicsdiscos@hotmail.com
Nosso disco já está sendo vendido em algumas lojas de SP capital!! Confira abaixo a relação:
Big Papa Records
Galeria nova Barão - Rua 7 de abril 154 - Telefone 3237-0176 - bigpapa@bigpaparecords.com
Rock Machine
Galeria do Rock - rua 24 de maio
Baratos Afins
Galeria do Rock, rua 24 de maio
Velvet Cd´s
Rua 24 de Maio, Nº 116 Loja 26
Em breve, mais pontos de venda.
O disco também poderá ser adquirido nos nossos shows e através do email: contato@betty57.com
Em breve, o álbum estará completo para download aqui no nosso site!